Quando penso que já vi toda a cidade, cada vez que tomo um caminho diferente sou surpreendida por novas paisagens, descubro ângulos inusitados, prédios e mais portas da antiga cidade. Foi o que aconteceu hoje, ao sair ao encontro da Beatriz e de um amigo para almoçarmos. Para minha tristeza, não levava comigo a máquina fotográfica. Nestes momentos a gente se lembra que um celular que se preza, além de rádio e mp3, tem camêra! ôba! O resultado até que não foi mal. Não dá para legendar as fotos...Vale mencionar que as correntes e roldanas tinham a função de elevar as pontes para impedir o acesso à cidade. Tive o privilégio de no caminho de volta (que foi diferente do que fiz na ida) ter a companhia do Alain Pierre que me guiou e explicou aquelas coisas que só os da terra conhecem. Estivemos num bairro onde estão instalados artesãos, artistas, galerias. Da pequena Igreja de Santo André que fica próxima à Universidade, pouco se aproveita, por deficiência da cãmera, mas seus vitrais e o órgão são lindíssimos, e também a imagem branquinha na N.S. de la Paix. Correndo o risco de estar me repetindo trago alguns dados de Bayonne.
Situada aos pés dos Pirineus, na costa atlântica, Bayonne tem 45 636 habitantes, no centro de uma aglomeração de 200.000 habitantes. Desfruta de uma situação geográfica excepcional: no coração da velha cidade, em frente ao teatro, a Nive (desce do país basco) e o Adour (rio gascon), se juntam antes de se lançarem no oceano, bem próximo. Célebre pela beleza de suas construções seculares maravilhosamente restauradas, seus diversos cais, museus, castelos e cidadela. Bayonne é famosa também por suas tradições: a feira do presunto,a arte dos artesãos chocolatiers, o festival de teatro, as festas de agosto, as corridas de touros, a pelota basca, o rugby...
À história de Bayonne se tem acesso clicando no título.



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