A bucólica Ainhoa de tão pequena só tem uma rua que é a estrada que leva a Dancharria, a cidade espanhola onde os franceses vão se divertir, fazer compras - cigarro e bebida principalmente - e ainda retornam de tanque cheio com a gasolina espanhola pela qual também se paga menos.
A maioria das edificações datam dos séculos XVI e XVII, têm a data correspondente em sua suas fachadas e são identiificadas por nomes. Numa delas, a proprietária fez constar a inscrição de que aquela casa não poderia ser vendida, nem dada em garantia, pois havia sido construída com o dinheiro que lhe teria sido enviado da Índia por seu filho (na realidade o dinheiro vinha da América).
Era sábado e havia muita agitação por conta de um casamento. Registramos a foto oficial (vejam a posição que posam!), seguiu-se um barulhento cortejo.
Fui até à igreja que fica dentro do cemitério, situado na "praça" principal onde se encontra inclusive o frontão (a parede onde praticam o esporte mais popular, a petanque basque). Estava havendo uma missa. Compramos um gateau basque e retomamos nosso passeio passando por Cambo, que é a cidade da região que em razão de seu ar puro e tranquilidade, se concentram casas de repouso, asilos.
Que bonitinho! Estavam no terreno ao lado do estacionamento.



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