Conhecer alguém e ir com a cara dela, acontece com todo mundo. Esta incompreensível primeira impressão é uma obra do nosso cérebro que funciona igualmente no sentido inverso. Ou seja, podem ser acionados “alarmes” que nos dizem para manter distância. Esta avaliação, segundo a neurociência, é tão precisa e consistente quanto a impressão positiva que alguém possa nos causar. Cada um de nós dá valor a características diferentes fazendo com que, eventualmente, a gente não se importe com determinadas “qualidades negativas” de uma pessoa recém-conhecida. Por outro lado, podemos considerá-las tão indesejáveis, ao ponto de inviabilizar a impressão positiva que esta pessoa possa nos ter causado. Não adianta querer entender estas coisas do córtex cerebral. O certo é que funcionam assim. Ontem, por exemplo, conheci uma pessoa em relação a quem meu cerébro emitiu ondas positivas...
No entanto, nem todas relações passam por esta "avaliação" que nos leva a gostar, ou não, de alguém à primeira vista. Excluídos os parentes, que a gente
nunca escolhe, uma relação delicada, que se pretende definitiva e pressupõe uma empatia, muitas vezes inexistente, é a dos padrinhos/madrinhas e seus afilhados (as).
Não é de estranhar que eu esteja
a pensar nisto uma vez que aqui(em Portugal) se comemora hoje o dia dos padrinhos. A tradição dos católicos se recorda da entrada triunfal de Jesus Cristo na Velha Jerusalém, onde o saudavam com ramos. No final da cerimônia da benção dos ramos que são feitos de palmeira e alecrim, estes são entregues pelos afilhados aos padrinhos e, em troca, recebem as amêndoas de Páscoa. Modernamente, os afilhados oferecem flores aos padrinhos, em lindos arranjos, o que faz a alegria das floriculturas!!!

Esta foto é da Flores, a nova loja do Joaquim. Muito chic!
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