Largamos as malas em casa e fomos imediatamente ao mercado (que não são super e nem ficam abertos noite afora) , onde presenciamos, à moda francesa (como se nada estivesse acontecendo), uma discussão entre dois africanos que brigavam por um boné. Deu até polícia dentro da loja. Os franceses se mantiveram alheios. E nós também.
Jantamos em casa, depois de eu arrastar alguns móveis. A disposição deles parece sempre seguir a lógica da última pessoa a ocupar o apartamento e que nunca coincide com a minha. Gostaria de ter retornado o espelho para cima da lareira, mas tive medo de não conseguir. Vai ficar o quadro horroroso que colocaram lá e o espelhão acima da minúscula escrivaninha do vestíbulo me incomodando...De novo, uma cadeira em lona vermelha (com cara de Ikea) que trouxe para frente da TV e uma máquina de lavar roupa, cujo manual de instrução é quase um larrousse.
Daqui a pouco terei lido e a faço funcionar. Sempre na cozinha pois não ocorre, nem aos arquitetos novos, pensar num espaço óbvio que é uma área de serviço.
O problema, no momento, pois espero encontrar solução, é o de como me conectar.Estou postando de um lugar público, mas gostaria de estar mesmo era na minha cama....








